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Divino: a caminho dos cinquenta


              Em dezembro de 2019, nossa Comunidade Paroquial Divino Espírito Santo, comemorará cinquenta anos de existência. Meio século de vida! Quantas maravilhas realizadas pela graça de Deus e pelo esforço de tantos e tantas!

            Nossa primeira atitude será de louvor e de agradecimento ao bom Senhor que, pela ação do Espírito Santo e de tanta gente boa, continua realizando o crescimento do Reino nesta porção do povo de Deus.

            Além do louvor e da ação de graças pelas maravilhas divinas-humanas, colocamo-nos em atitude de escuta e de novas buscas. Dentre tantos questionamentos que podemos fazer, podemos lembrar de alguns:  O que Deus quer a mais de nossa comunidade paroquial? Quais são os novos desafios a serem enfrentados? Quais são as propostas que oferecemos para uma paróquia que está localizada em meio a uma sociedade de incertezas fabricadas, de desestabilizações programadas por um sistema perverso de concentração de rendas nas mãos de pouquíssimos?

            A paróquia, na Igreja Católica, é uma instituição antiga. Remonta o século IV. Nasceu no meio rural. Afinal, o mundo tinha sua maior concentração de habitantes na zona rural... A palavra “paróquia”, vinda da língua grega, designa ao fato de viver junto, a habitar nas proximidades. Isto é, significa ser vizinho, próximo de alguém. Neste conceito está incluída a exigência da vida comum. Da organização da paróquia como “Comunidade de Comunidades”, ou como alguns dizem: uma rede de comunidades.      

            Nossos pastores, em 2014, refletindo sobre o sentido da paróquia nos dias de hoje, documentaram orientações pastorais claras para que, em meio a este mundo urbanizado, nossas paróquias tornem-se “Comunidade de Comunidades”. Eis o grande desafio para nós que vivemos no centro de uma cidade que cresce mais e mais. Como fazer desta nossa paróquia uma verdadeira comunidade paroquial, que acolhe pessoas de diferentes condições sociais, culturais ou econômicas. De diferentes espiritualidades. De diferentes mentalidades. Sem exclusão nem elitismo. Para que seja, verdadeiramente, católica, isto é, aberta a todos e respeitando a diversidade dos fiéis.

            A caminho dos cinquenta anos de existência, queremos tomar um novo ar, buscar nossa conversão pastoral e construir, mais que um belo templo, a Igreja-viva, que responda às necessidades do homem e da mulher urbanizados do século XXI.                        

           

p Júlio Antônio da Silva


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